A Estrela de Davi, símbolo judaico, foi colocada nas portas das casas da Alemanha nazista para identificar os judeus. Ironicamente, anos depois, é a mesma coisa que Nicolas Ferreira, um fascista, quer ao defender que as pessoas identifiquem quem votou em seu adversário — justamente aquilo que a democracia, a cultura e a civilidade deveriam impedir.
Eles, que falam tanto em valores judaico-cristãos, ostentam a bandeira de Israel enquanto defendem uma medida tão fascista quanto identificar e perseguir aqueles que consideram inimigos.
Esse tipo de personagem é inimigo da democracia e, portanto, meu inimigo pessoal.