Como diz o velho ditado, quem sai aos seus não degenera.
O pai de Andréia SadE disse que quem torce para o São Paulo tem glamour; caso contrário, torceria para o Corinthians. Mas afirmou também que o São Paulo atual se casou com uma mulher de Paraisópolis, revelando todo o seu preconceito de classe. Embora queira tanto glamour, não tem a menor classe.
Essa cidadã, além de defender esse marginal, disse que o debate mostrou um Flávio digital e um Lula analógico, porque um estaria mais preparado para as redes sociais, para viralizar, e por suas propostas de tecnologia no SUS.
Logo se vê que nem Flávio nem a SadE foram ao SUS. É uma proposta tão despropositada, a de Flávio, quanto a do voucher para o Einstein, defendida pelo ministro Paulo Guedes, o Posto Ipiranga de Bolsonaro.
Gente que só teve empregada doméstica falando de serviço social é como um candidato que nunca passou por um processo seletivo numa empresa da iniciativa privada, nunca trabalhou e, ainda assim, quer ser presidente do Brasil. E o pior: ainda o elegerem.