Sim, ele quer compartilhar a riqueza coletiva brasileira com todos… os norte-americanos.
E eis o pior tipo de comunista: o comunista seletivo. Ele escolhe com quem vai repartir a riqueza: sua família miliciana e seus amigos corruptos.
Ele não respondeu à pergunta de Lula, que o desafiou a olhar para as câmeras e prometer que não vai expropriar nossas riquezas para entregá-las aos Estados Unidos. Claro que, como bom papagaio de pirata, querendo aparecer enquanto Lula falava, Flávio parece querer também o posto de papagaio de pirata de Trump.
Lula entregou à Justiça seus dados bancários e telefônicos. Será que Flávio Bolsonaro faria o mesmo? Ou precisaríamos de quantos caminhões para transportar o dinheiro vivo que ele teria em casa?
Sim, Flávio encarna justamente aquilo que tanto acusa nos outros: um suposto comunista que compartilha a riqueza — mas apenas com os seus conhecidos e familiares.
E ainda promete libertar os presos pelos atos golpistas, inclusive o próprio pai. Afinal, quando a política vira um negócio de família, até a anistia parece ter sobrenome.