NÃO SOU DE ESQUERDA, MAS VOU VOTAR NO PT!

“Isso que está aí não é direita, é vigarice”, disse o general Santos Cruz, que foi ministro de Bolsonaro.
“A natureza de Flávio é acordo e roubo”, disse Renan Santos. Outro cara de direita.
Porque o que está aí não é direita, não é liberalismo, conservadorismo ou religião: é golpe contra a soberania nacional.
Foi Flávio quem disse que pretende entregar os metais raros aos EUA, assim como fizeram Argentina e Colômbia, após terem governos apoiados pelos Estados Unidos. Foi assim também que os Estados Unidos roubaram petróleo do Irã e da Venezuela, após invadirem esses países.
O Brasil foi o último país a abolir a escravidão, e quem me lê neste momento teve bisavós ou avós que viveram sob a escravidão. O Brasil também passou anos sob regimes ditatoriais.
A única chance de o Brasil se tornar um país desenvolvido é por meio dos recursos naturais. Somos os maiores produtores de nióbio, estamos em segundo lugar na produção de metais raros, usados em componentes eletrônicos necessários para fabricar este celular, notebook ou tablet em que você está me lendo. Temos a maior floresta do mundo, que esconde riquezas nunca vistas, além do petróleo.
O caminho para o Brasil prosperar nas próximas décadas passa pelo desenvolvimento da indústria nacional, e Bolsonaro e seus aliados querem entregá-la aos Estados Unidos.
O DESENVOLVIMENTO EXIGE INDÚSTRIA NACIONAL
Todos os países se desenvolveram por meio de uma indústria nacional forte: o Vale do Silício, as montadoras dos Estados Unidos, a Samsung da Coreia do Sul, a Sony e a Toyota do Japão.
Qual é a grande marca nacional brasileira? Quem se dá ao luxo de ser conservador são os países ricos, que já têm o que conservar. Nós, que ainda temos um longo caminho pela frente, precisamos ir em busca do progresso, e ele só é conseguido por meio de iniciativas do Estado!
A empresa que o Lula criou para produzir microchips com recursos nacionais foi fechada por Bolsonaro, claro, porque ele prefere comprar dos Estados Unidos. E foi reaberta por Lula.
Dessa forma, não há que se falar que, nas próximas eleições, a disputa será entre direita e esquerda, mas, sim, entre soberania nacional e entreguismo.
Quem é a favor do crescimento do Brasil, é verdadeiramente patriota e preza pela nossa soberania, mesmo não sendo de esquerda, mesmo sendo de direita, como eu me considero, deve fazer parte da campanha “Não sou de esquerda, mas vou votar no PT”.
13 e confirma!