Reza a lenda que o ex-jogador Viola era tão pobre que, ao se apresentar no Valencia, viu o restaurante self-service do clube e misturou tudo o que viu pela frente: arroz, paella, ou sei lá o que eles comem, macarrão, e até pudim… tudo no mesmo prato.
Eu não chego a tanto, mas concordo com quem falou que, quando você tem um determinado objetivo, seja estético ou de saúde — ganhar massa magra ou emagrecer —, você não deve mais se alimentar por prazer, mas sim tendo em vista o objetivo que pretende alcançar. Por isso, essa minha, digamos, ortorexia pouca ortodoxa de misturar massa com feijão, arroz negro, carne etc.
Tomei essa decisão porque estava com dificuldade para preencher a quantidade de carboidratos necessária para o dia. Para conseguir, talvez eu tivesse que comer, nas principais refeições, almoço e jantar, 400 gramas de arroz negro, uns 250 gramas de feijão, além de talvez mandioca para ajudar. E, como o arroz negro, principalmente, é difícil de preparar, tendo que deixá-lo de molho e depois, ainda, colocá-lo na pressão, essa opção acaba sendo pouco prática.

Para viabilizar a ingestão, além de ser mais barato, acrescentar o macarrão sem molho, feito dessa forma, com alho e óleo — no máximo, refogado no azeite com ervilhas e milho —, vem bem a colaborar.
Vejam.


