Ela fala:
PRIMEIRA COISA: votar no Lula. Achar que, com isso, terá mais tempo e que o Estado resolverá a sua vida. E se pergunta: tempo livre pra quê?
SEGUNDA: achar que todo rico acorda ao meio-dia.
Meus comentários do autor: realmente, o rico não acorda ao meio-dia, mas às 11 horas. Porém, também às 8, já que a aula de beach tennis começa cedo — porque o professor costuma ser pobre. 😂
Essa é modo easy: só pelo título, sotaque, aparência germânica — e preconceito —, você mata. E aqui esse verbo vem bem a calhar. Mas, como sou generoso, digo que é sulista: “Ô, istepô!”
Link do vídeo: https://youtu.be/be-LZx4UgJ0?is=wFh4iY-RY2MQyxhz
Meu objetivo com a série é demonstrar como certos estereótipos combinam exatamente com determinados tipos de eleitor. Às vezes, a gente só identifica a própria sujeira pelo olhar do outro, que expõe o nosso ridículo.
Quem sabe assim a pessoa perceba ou, então, admita seu mau-caratismo, porque, afinal, defender certas ideias é uma opção. Desde que não viole a opção do outro e não constitua crime contra a liberdade — como, em nome de um nicho, abolir a democracia de todo mundo.