Hitler estava redondamente enganado, e isso se notou claramente quando ele resolveu dar cabo do primeiro judeu!
Na verdade, nem os judeus são inferiores, tampouco negros ou ciganos — o eleitorado da extrema-direita talvez, por haver forte evidência empírica a respeito disso —, e nem mesmo a raça ariana, alva como o orgasmo translúcido, é superior. Se pegarmos as evidências empíricas e um tanto sofísticas deste que vos fala, a melhor raça é o híbrido que eu represento.
Não possuindo cabelo liso, que é nocivo em temperaturas quentes e médias, nem muito crespo, que é bom no calor torrencial, mas que também pode esquentar excessivamente; ao contrário do cabelo liso, que, no frio, nem mesmo uma hirsuta [quantidade de pelos] não dispensa à necessidade de um gorrinho para aquecer-se…
Agora, eu, com o cabelo misto, enrolado, quase um cabelo artificial como o gramado do Corinthians, que mistura grama sintética com natural, principalmente quando nele vai química, é agradável no calor e no frio, protege contra o sol, diferentemente dos calvos.

Outro ponto de destaque é a minha cor bronzeada, que produz melanina da maneira correta, fazendo desnecessário o sol para eu ficar bronzeado, o que, além de contribuir esteticamente, também é uma pele selecionada pela seleção natural, capaz de se adaptar facilmente ao ambiente.
E o físico, com baixo percentual de gordura, não obstante com massa magra suficiente a ponto de não ser sarcopênico. Pelo contrário, é possível ver, sob a camisa, músculos tesos, inflados com glicogênio, denunciados até pela rigidez do peito que marca a camisa: há forma física em abundância. Ao contrário dos seres que se deterioram em sedentarismo e adiposidade.

Mas, como um físico é um invólucro sem a inteligência e a astúcia, a elegância e o bom gosto vêm vestir adequadamente o corpo, belo ornamento pelas belas ideias que a boca articula, traduzidas nos textos que a mão escreve.
Portanto, esse biótipo, que é mais conquistado do que herdado, é a verdadeira raça superior.