Porra, mas ela vai escolher seu nome de combate — digo, de jogadora — como Tiffany. Em vez de escolher algo mais feminino, sei lá, igual Clara ou até Maria, que é clássico. Ninguém iria ter coragem de reclamar, por medo de parecer que está atentando contra a blasfêmia do nome da mãe de Jesus.
Só faltou, sei lá, usar como “nome de guerra” Chitara ou Rogéria. Aí não dá…