O FRACASSO DO BRASIL NA COPA É POLÍTICO

Futebol é coisa de Estado. Por isso passou o país com o Estado mais forte: a Noruega, que transformou o futebol em política de Estado, com planejamento.
Para desespero dos idiotas que acham que a solução é o Estado mínimo e a privatização, pois, ora, a CBF é privada, rica e, obviamente, corrupta e ineficaz.
Eles não consideram que a lógica de um ente privado e a do Estado são diferentes.
A empresa busca sempre o lucro. No caso da CBF, vencer importa desde que haja lucro. Jogar bem já não é uma preocupação.
Por isso, chegamos ao absurdo de uma seleção pentacampeã do mundo terminar uma partida contra um país escandinavo com apenas 38% de posse de bola.
Estamos falando da principal seleção da história do futebol, a mais tradicional, aquela que construiu sua identidade por meio de um futebol estético.
E, hoje, parece não gostar da bola. Pelo contrário, a odeia. Personificado pela ojeriza de Neymar em relação a ela e ao jogo de futebol.