DENÚNCIA: MINHA MÃE CHAMOU UM JOGADOR DE BRASIL E NORUEGA DE MACACO!
Calma, pessoal. Não é preconceito. Ela disse que o Haaland, nosso algoz, parece um macaco. No caso, um macaco branco, né.
A maldade, muitas vezes, está na cabeça de quem escuta.
Pergunto-me, porém, se esse comentário influenciou a motivação da Noruega. Porque, instantes antes, o Brasil estava relativamente bem — para quem não se incomoda com a mediocridade de uma seleção pentacampeã do mundo ter apenas 38% de posse de bola.
Depois do comentário, o “macaco branco” meteu dois gols.
Eu sei que minha mãe estava longe do local da partida. Mas, com a tecnologia moderna, nunca se sabe.
Vai que o Facebook escutou nossa conversa, enviou a gravação para os escritórios da Meta, nos Estados Unidos, que imediatamente a repassaram ao treinador da Noruega durante a pausa para hidratação. Logo em seguida, o técnico mostrou o áudio ao Haaland, que, como um guerreiro viking, encontrou a motivação necessária e nos enrabou daquele jeito que não costuma ser gostoso, com as duas bolas dentro.
Aliás, estou falando de futebol, claro.
Porque essa imagem, tomada literalmente, seria uma das cenas mais abjetas já descritas no Recanto das Letras.
Ou, talvez, nada disso tenha acontecido.
Talvez o Brasil seja apenas o retrato do Neymar: ultrapassado.