E, como se vê, não é o ZZ camada de ozônio, que deve ser um galã de cinema perto dele. Aliás, alguém proveniente da Escandinávia não pode ser feio. Ou pode?
Como diz Wilson Batista em “Frankenstein da Vila”, numa alusão à feiura de Noel Rosa, aquele era feio apenas na aparência. Este do Recanto reivindica para si a hegemonia da feiura.
“Boa impressão nunca se tem
Quando se encontra um certo alguém
Que até parece um Frankenstein”
Mas, como diz o rifão, por uma cara feia perde-se um bom coração.
E aquele recantista Akogare, outro fugitivo do CAPS, que achava ter o rosto deformado. Espero que a descoberta desse Frankenstein do Recanto o deixe mais otimista em relação à própria aparência. Ou, ao menos, menos pessimista.