Gente ou gentalha? Como diria a filósofa mexicana Florinda, Dona.
Esses Sherlock Holmes chegaram a essa conclusão sozinhos ou tiveram a ajuda de Watson?
Ou talvez sejam mais como Einstein: com a língua de fora, cheia de aftas e o cabelo desgrenhado, mas sem a parte da genialidade.
Ou eu os compararia ao precursor de Holmes, o detetive Auguste Dupin, de Edgar Allan Poe, em “A Carta Roubada”, conto que inaugurou o gênero policial de detetive. Mas, como eles não me parecem muito afeitos à literatura, eu lhes indicaria melhor o Scooby-Doo.
Ou, no pior dos casos, Agatha Christie.
Eu sou imperfeitamente perfectível e, por isso, totalmente perfeito, como qualquer outro ser humano.