o mais plural, o mais engraçado, o mais culto, o mais elegante, o mais profícuo — o que mais produz em conteúdo e qualidade textual —, o mais interessante e, o que mais me orgulha, o mais transparente sobre si mesmo e sobre a própria vida, com mais imagens e mais verdades, de toda a minha família, aliás. O que tem a melhor identidade visual e as melhores ilustrações. Ou seja: o segundo colocado — que nem sei quem seja — está a anos-luz de distância.
Isso fica claro quando cito plataformas de streaming como Filmicca, Mubi e Cine Belas Artes, e vêm me falar de Paramount.
Portanto, sou o que mais entende de filosofia, música, literatura, futebol, videogame, política — enfim, de todos os assuntos que me interessam. E também o mais humilde e foda.
Agora, poesia, confesso que não. Porque esse é um gênero para profissionais.