Sou terceira via apenas no sentido em que falam no Brasil: quase como sinônimo de alternativa para um problema — e o problema, no caso, é o seu relacionamento. Não no sentido de ser apenas a terceira opção da relação além do amante clandestino, eu hein…
Ou talvez eu devesse ser, como dizem aqueles versos do poeta: “seu esquema preferido, que sou seu esquema preferido”… Ou daquele outro literato: “namora, mas adoro um proibido… e eu que sou culpado, eu que sou bandido?!”.
O que eu quero é ser a alternativa viável ao problema moderno da monotonia dos relacionamentos. Quero que você “rode a cidade pra dar lancinho comigo”.
Esse poeta realmente é muito bom!
E, para concluir, eu digo:
Uh, uh, uh…
Uh, uh, uh…