É difícil descrever exatamente o sabor. Ele está para o arroz assim como o feijão preto está para os outros feijões: tem um gosto mais acentuado e uma consistência que lembra levemente um risoto.
O preparo também é mais trabalhoso. Não basta cozinhar na panela de pressão; é necessário deixá-lo de molho antes, senão corre o risco de ainda ficar duro.
Eu prefiro porque ele é um dos arrozes mais naturais possíveis — muito mais do que o integral. É um carboidrato mais complexo, excelente para digestão e controle da insulina, principalmente no jantar. Apesar de eu caminhar tanto durante o dia que, obviamente, minha sensibilidade à insulina deve estar ótima.
E, para quem se pergunta: sim, eu tiro foto de todos os alimentos. Sigo sempre duas etapas: primeiro verifico no ChatGPT e depois confiro tudo no aplicativo Growth.







E as 465 restantes, é pra ceia antes de eu mimi. Boa noite e boa digestão a todos.
