Segundo o amigão do Eduardo Bolsonaro, do PL — daqueles de fazer “xixi cruzado” —, ele quer criar um “viadômetro” para policiar o partido. A ideia seria medir quem, em vez de erguer seu capital político em prol da campanha de Flávio Bolsonaro, o faz em causa própria. Nesse sentido, haveria uma escala que iria de 0 até, provavelmente, Nikolas Ferreira.
Bom, segundo esse critério, eu não passaria no viadômetro — e bato no peito para afirmar que sou viado assumido, uma vez que preferiria ter prazer como os “viados” do que votar no PL ou em Bolsonaro.
Além disso, a minha prática em defesa da cultura e da democracia faria esse tal viadômetro disparar para ele como um alarme de carro.
Mas, afinal, liberdade de expressão é isso? Uma liberdade que se converte em libertinagem, capaz de, numa fala, diminuir um grupo já marginalizado — enquanto os verdadeiros “intocáveis” seriam o Supremo e Gilmar Mendes? O próprio ministro disse que, se fizessem um boneco de Romeu Zema homossexual, ele não se ofenderia. Agora, atacam todos, mas diante de um comentário desses querem processar o ministro.
É como aqueles meninos mimados que chamam a professora na aula porque não aguentam a pressão.
Veja a notícia aqui, de Reinaldo Azevedo:
https://youtu.be/t6TI5pMfnXE?si=cygo93Ii4WL6tlO_
