COMPARANDO A BELEZA DE UM MODELO COM A FEIURA DE UM FISICULTURISTA

Este é Wisdom Kaye.



E todas as informações dele estão nessas fotos aí.
A primeira coisa que chama atenção ao observá-lo — para você que está na minha página e me conhece — é o fato de que eu sou mais bonito.

Mas este texto é sobre ele, e não sobre mim.
Infelizmente, eu só tenho 1,71 e não 1,93. Tenho 34 e não 25.
E, portanto, como trabalhar com imagem e corpo é a profissão dele, por enquanto ele ainda é mais definido do que eu. Por enquanto.
Ele trabalha com grandes marcas. No seu Instagram, recebeu diversos prêmios relacionados à imagem, fotografia, etc.
Este é Paulo Muzy, e ao lado dele um “atleta de fisiculturismo”, no Arnold.

Não sabemos o nome dele. Não trabalha com grandes marcas, se é que dá pra dizer sequer que ele trabalha. Mas certamente é grande.
Quer dizer, pelo menos os músculos que aparecem. Os que não aparecem costumam ser pequenos. Se você é grande e é feio, você simplesmente aumenta a proporção da sua feiura. E, pelo modo como se veste, não dá para dizer que tem bom gosto.
O Paulo pelo menos é bonitinho. E bonito pelo intelecto, que é o que interessa. E principalmente pela mulher, com todo respeito, caso ele venha a ler esse texto por alguma razão incompreensível. Inclusive, beijos, Roberta... e não precisa ficar com ciúmes, Paulo, você é mais forte e mais rico do que eu. Mas só isso mesmo.
Eu sei que há gosto para tudo.
Mas será que dá para dizer que, em algum sentido, esse “modelo” de fisiculturismo é mais bonito que o Wisdom?
Então por que um fisiculturista trabalha quase em um mercado clandestino para chegar a esse resultado — com drogas ilegais, anabolizantes, diuréticos, quando não substâncias recreativas para inibir ou aumentar o apetite?
E por que nenhuma grande marca, ao contrário do Wisdom, quer se associar a eles?
Fica a questão.
A única certeza que tenho é:
