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DAVE LE DAVE
SIM, ELE MESMO
Textos

 

EXISTE “MACUMBA” NOS PAÍSES DESENVOLVIDOS?

 


 

 


 

PROVOCAÇÃO

Como diz o “filósofo”: se macumba fosse bom, se chamaria “boacumba”, não é verdade?

 

Mas não quero criticar levianamente as religiões de matrizes africanas.

 

Quero me ater aos fatos — assim como faço com as religiões cristãs.

 


 

LIBERDADE

Primeiro: eu posso não acreditar, mas defenderei com a minha vida o direito de todos professarem sua fé.

 

Da cientologia ao candomblé, ou até a religião dos leitores de Dave Le Dave. Whatever…

 

Desde que não ultrapasse a liberdade alheia nem incorra em crime. 

 


 

PRÁTICA

Porém, como ando muito, é impressionante a quantidade de vasos com oferendas espalhados pelas ruas.

 

Todo tipo de item que acaba virando lixo — muitas vezes não biodegradável — e que vai parar na natureza.

 

Se há algum efeito concreto dessas práticas, talvez seja justamente esse: poluição, visual e ambiental.

 

E, em casos extremos, até obstrução de vias que podem agravar enchentes.

 


 

INTENÇÃO

Outro ponto é a questão da intenção.

 

Independentemente de haver ou não interferência para além do mundo material, o problema está no desejo de prejudicar o outro. Querer o mal de alguém. Isso é o ápice do ressentimento.

 

O germe de toda forma de autoritarismo.

 

Em escala ampliada, é o mesmo princípio que sustenta tragédias históricas. A diferença está apenas no alcance.

 

Se fosse uma prática voltada à prosperidade, à harmonia — como certas vertentes mais simbólicas ou rituais —, ainda haveria alguma coerência.

 

Desde que não viole a liberdade do outro.

 


 

CONTRASTE

Há também um contraste curioso: em países desenvolvidos — especialmente na Europa e na Escandinávia —, vemos ruas limpas,  cidadãos que respeitam o espaço público,  uma civilização de alto nível de organização.

 


 

HIPÓTESE

Agora, nos países onde a religião de matriz africana é mais popular, estão também entre os mais pobres — a ponto de haver confusão generalizada se alguém faz uma mandinga dentro de campo.

 

Ora, se a macumba tem tanto poder, não bastaria que os principais praticantes de cada país se unissem e fizessem um grande “macumbaço” para elevar o PIB e o IDH da nação?

 

Mas o que há de diferente nos países com alto IDH que não há nos africanos? Seria o fato de terem sofrido o crime histórico da colonização e, portanto, a falta de educação levar ao apelo ao misticismo?

 

O que, aliás, encontra paralelo aqui no Brasil, com nossa deficiência de infraestrutura e o apego à religião e a figuras de autoridade da fé.

 

 


 

PÓS-ESCRITO

PS: Se algum macumbeiro profissional ler este texto, peço que economize seu dinheiro com macumba com outro recantista mais relevante e próspero do que eu — ou consigo mesmo. Obrigado!

 


 

ESCRITOR DAVE LE DAVE II (OFICIAL)
Enviado por ESCRITOR DAVE LE DAVE II (OFICIAL) em 24/04/2026
Alterado em 24/04/2026
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