LULA DEMOCRATA 13 X FLÁVIO AUTORITÁRIO 666

Como confiar em um candidato tão egocêntrico que tem a própria foto no seu gabinete e em FORMATO DE PIPA?

Sabemos que ele sofre da mesma patologia do pai: a mitomania. Analisando um recente discurso dele na CPAC, no qual disse que, se o povo puder se expressar e os votos forem contabilizados, ele irá vencer, logo entendemos, silogisticamente, da declaração, que ele só não vencerá se o povo não puder se expressar ou se os votos não forem contabilizados. Ou seja, que ele não aceitará os resultados da urna: repetindo o ato golpista de seu pai, e a declaração de seu irmão de que, para fechar o Supremo, bastaria um cabo e um soldado.
Aliás, considerando que Carlos Bolsonaro é o responsável pelo “gabinete do ódio”, responsável pelas fake news. Temos, assim, um panorama dessa famiGLia — com “GL” — semelhante às da máfia italiana, que quer chegar ao poder.
E, saindo da análise sintática e silogística, ele declarou em entrevista recente, quando ameaçou o Supremo, que, caso chegasse ao poder, alguém contrário à corrente deles poderia usar a força, aprovar anistia, dar indulto — enfim, utilizar os instrumentos institucionais nesse sentido.
O passado de Lula, pelo contrário, é de liberdade e democracia. Ele disputou eleições desde 1989 até os dias atuais, ganhando e perdendo — felizmente, ganhando mais do que perdendo — e, no caminho, sendo preso inconstitucionalmente, e nem por isso saiu das regras do jogo da Constituição, como Bolsonaro.
E Bolsonaro e outros líderes de direita são tão vulgares que não sabem que as formas mais eficazes de dominação de massas se dão pelas consciências, e não pela guerra, como em Admirável Mundo Novo, já que não são afeitos à cultura, muito menos à literatura.
Vocês sabem: “Oh, admirável mundo novo…”. A frase que batiza o livro de Aldous Huxley é tirada da peça A Tempestade, de Shakespeare, dita por Miranda ao avistar o ser humano pela primeira vez: “Admirável mundo novo, que encerra em si tais belas criaturas”.
Mas o mundo de Huxley não tem nada de admirável: é uma distopia na qual os humanos são infantilizados, delegam todas as suas tarefas ao Estado, inclusive a fertilidade; a atividade sexual é explorada desde a infância em jogos; a cultura e o vocabulário são esvaziados; Deus e a espiritualidade desaparecem; e as pessoas se entorpecem com a droga da felicidade chamada “soma”.
Alguns analistas políticos afirmam que, em certos locais do Brasil, já vivemos algo semelhante ao Admirável Mundo Novo.
A democracia é o segundo pior sistema político de todos. O primeiro são todos os outros.
É por isso que:
