A BELEZA DOS NOMES SIMPLES

Nesta época de nomes que não saíram na campanha “Nome na Lata”, da Coca-Cola, como naquele quadro do Porta dos Fundos, em que a Kellen procurava seu nome e o vendedor, Uerlerson, mandou ela procurar na Dolly ou na Sukita, onde ficavam os nomes ruins ou errados, foi lá, aliás, que Whindersson Nunes encontrou o dele…e o lateral do Palmeiras, Khellven, que consegue ser tão ruim quanto o próprio nome…
ou mesmo os nomes em voga: dos Enzos, das Valentinas, que agora já estão sendo substituídos pelos Bernardos…
é bom, de vez em quando, ver um nome escrito sem firula, sem frescura, de maneira tradicional, sem enfeite e sem duplo L, N, K, W; aliás, se houver w, z,y ou k, já é um problema sério.
E olha que eu mesmo falo com a legitimidade de quem se chama David, mas se fala Davi, e ainda usa a alcunha de Dave.
Ou seja: tenho total lugar de fala.
Então, por mais que eu ache “Giovanna” bonito, e que tenha sua singularidade, o tradicional “Giovana” precisa ser valorizado.
E quando alguém é apelidado de Isa? Quem é a Isa correta, afinal?
Isadora?
Isabele?
Isabela?
Izabella?
Ilhabela?
Portanto, há que se ressaltar a beleza comedida e simples de “Isabela”ou mesmo de “Gabriela”. E Juliana.
Não me venha com “Gabriele”, porque, senão, eu tenho que defender o “Juliane” ou, pior, “Juliette”, que é feio tanto o nome quanto os óculos.
Achou que eu iria falar da BBB, né?