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DAVE LE DAVE
SIM, ELE MESMO
Textos

 

POR QUE A GERAÇÃO Z ESTÁ BEBENDO MENOS ÁLCOOL:

 


 


 

PORQUE ELA É CHATA BACARAI...

 

A geração que deu errado, que compreende os fatídicos anos entre o bug do milênio — que talvez tenha sido representado no gene dessa geração nascida entre 1997 e 2012.

 

A geração diz que trocou o álcool pela corrida. Mas a corrida é a faculdade de administração dos esportes: é o esporte de quem não sabe o que fazer, o mais genérico possível, mas que quer estar inserido numa tendência — de quem não tem gosto, então qualquer coisa serve.

 


 

SEM HISTÓRIA

Meu irmão fala algo muito certo analisando esses atuais jogadores de nome composto do futebol: daqui a alguns anos, acabarão as histórias dos ex-jogadores como Vampeta, Renato Gaúcho… os jogadores dos anos 90, nos programas de resenha que fazem a gente dar risada.

 

Nenhum jogador atual tem história pra contar, com seu media training.

 

Essa é a geração Z: chata, controlada, higienizada.

 

Que supostamente não toma álcool porque estraga o shape — mas enche o corpo de anabolizante, vape, videogame e metanfetamina.

 


 

O FIM DO CARISMA

No futebol, o problema começou mais ou menos quando proibiram os apelidos.

 

Pelé não seria o mesmo jogador se se chamasse Edson Arantes.

 

Outro exemplo é Neymar — que nem é da geração Z — mas que não tem o menor carisma, como ficou claro quando tentou reproduzir Renato Gaúcho distribuindo flores no Dia dos Namorados.

 

Mas, na verdade, estava lendo nomes de mães de jogadores.

 

Sem o mesmo talento.

 

Sem espontaneidade.

 

Um bobão, como diria o Caio.

 


 

SEXO E LIQUIDEZ

E nem preciso dizer que, a cada geração, se faz menos sexo.

 

Apesar da internet supostamente facilitar o contato, ela gera um contato líquido — onde até as relações são moldadas por microtransações.

 

Cunharam o termo “mini traições”: casais que traem por mensagem, sexting, nudes… mas não chegam às vias de fato.

 

E filósofos, em cátedras de filosofia, debatem se isso é traição ou não.

 

Comparar a atividade sexual de um adolescente médio da geração Z com a dos anos 70 é como comparar a natalidade de um ser humano com a de um coelho.

 


 

REGRESSÃO

Eu não sou de dizer que “na minha época era melhor” — porque claramente já era uma porcaria.

 

Mas, com certeza, conforme as gerações avançaram no alfabeto, a humanidade proporcionalmente regrediu.

 

Talvez a geração do meu sobrinho, quando resetar o alfabeto do zero, seja a renascença da sociedade.

 

E, com ela, o advento do super-homem tal como foi idealizado por Nietzsche.

 

ESCRITOR DAVE LE DAVE II (OFICIAL)
Enviado por ESCRITOR DAVE LE DAVE II (OFICIAL) em 08/04/2026
Alterado em 08/04/2026
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