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DAVE LE DAVE
SIM, ELE MESMO
Textos

 

A POLÊMICA SOBRE O PINTO DE PLÁSTICO. DIGO, PISO...

 


 


 

A NARRATIVA

Atualmente, usa-se a palavra “narrativa” para falar sobre algo que é uma interpretação subjetiva da realidade, muitas vezes em tom pejorativo — já desacreditando o interlocutor.

 

Dessa forma, para descredibilizá-lo, basta dizer que seu argumento trata-se de uma narrativa.

 


 

O JORNALISMO ESPORTIVO

No jornalismo esportivo, que respira por aparelhos desde que a linha editorial da imprensa passou da informação para o entretenimento visando o lucro,

 

o jornalismo virou clubismo e assessorismo de imprensa.

 

Ex-jornalistas consagrados, como era Mauro Cezar Pereira, viraram papagaios de pirata de interesses molambos rubro-negros e clubistas.

 

Ou o casal siamês Arnaldo e Tironi, que se unem para criar a narrativa, rememorando a história contra o Palestra, mostrando todo seu ressentimento através de argumentos contra o belo gramado artificial,

 

que foi trocado completamente um dia desses, como mostram as imagens que esse cinegrafista amador — torcedor palestrino — registrou recentemente:

 

 


 

O ARGUMENTO

Ora, evidenciar que a preferência desses comentaristas pelo pinto natural é narrativa —

 

(digo, piso… maldito corretor de celular)

 

— é clubismo, fruto de recalque e hipocrisia, é muito simples.

 


 

O CONTEXTO

O Flamengo, como sabemos, não tem estádio.

 

Já o São Paulo é o principal concorrente do Allianz Parque em shows, apesar de ser um estádio jurássico.

 

A solução do gramado artificial oferece uma resolução para a manutenção do estádio ser mais rápida,

 

e permite que o Palmeiras jogue mais partidas no próprio estádio, mesmo com mais shows, faturando mais.

 

Portanto, um dos segredos do sucesso e faturamento do Palmeiras é o seu estádio —

 

que aumentará sobremaneira quando o clube passar a administrá-lo integralmente.

 

Daí a preocupação dos rivais, que, em vez de se adequarem à realidade, preferem criar “narrativas”.

 


 

O DADO

A NFL — a liga esportiva mais rica e competitiva do mundo — possui 15 dos seus 30 estádios com gramado artificial.

 

Isso não ocorre por ignorância técnica, mas por razões econômicas e operacionais.

 

Estádios modernos são arenas multiuso:

 

recebem shows, eventos corporativos e outras competições.

 

A manutenção exclusiva de gramado natural, em contextos de alta utilização, muitas vezes é inviável.

 

Ao longo da história, 8 Super Bowls — o evento esportivo mais competitivo e mais caro da televisão — foram realizados em gramado sintético.

 


 

A CONTRADIÇÃO

Da mesma forma que as bets (apostas esportivas), que prejudicam muito mais famílias, fazem parte do futebol por causa do dinheiro,

 

o gramado artificial também faz.

 

Mas alguns — hipócritas — fazem propaganda de bets e são contra o gramado artificial.

 


 

A FINAL

Tom Brady, aos 42 anos, pôde jogar em gramado sintético.

 

E esses bagres do futebol brasileiro, não.

 

Daí resulta a preferência desses “jornalistas” pelo pinto natural em vez do de plástico.

 

Digo…

 

ou, bem que, no caso deles, assim fica adequado também.

 

ESCRITOR DAVE LE DAVE II (OFICIAL)
Enviado por ESCRITOR DAVE LE DAVE II (OFICIAL) em 06/04/2026
Alterado em 06/04/2026
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