As minhas fontes me revelaram — e, como aprendi com o jornalismo da GloboNews, a lei brasileira me preserva de revelar minhas fontes — que, para usar um eufemismo e não ser processado por esse famoso empresário do ramo têxtil, embora o fato de ele ser herdeiro de uma fábrica de tapetes seja verdadeiro, ele utiliza em sua fábrica diversos funcionários que migrou de Cuba.
E paga a eles um valor módico: um pão com mortadela e a possibilidade de, no horário do almoço, ouvir uma fita com gravação de discursos de Fidel Castro. Às sextas-feiras, ainda podem usar camiseta do Che Guevara.
Assim, o seu discurso público contra a esquerda e contra o Lula seria apenas uma forma de disfarçar práticas, digamos, extremamente agressivas e liberais (tomando muito cuidado para não dizer que são ilegais). Ele deve ter aprendido isso em alguma escola de business da Escandinávia.
Agora, o principal furo que a minha fonte me deu — informação que fique bem claro — é que o curso de Letras de ZZ realmente não foi interrompido pela pandemia, porque era totalmente EAD.
Mas, principalmente, ele não concluiu o curso porque não conseguiu atingir a nota mínima em Redação Literária. Apesar de seu enorme talento com rimas, causou estranheza o fato de que, das 49 linhas exigidas na redação, ele preencheu metade com caracteres como
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ou
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e outros símbolos, o que é terminantemente proibido segundo as normas da ABNT.