Sou muito exigente, por isso fico com poucas garotas, na real.
Só aceito:
OU garotas formadas por universidades federais de Santa Catarina, negras e ingressantes por cotas;
— ou então — caso essa primeira hipótese se revele estatisticamente improvável — garotas marcianas, fluentes em mandarim, português e francês, e com três seios, sendo um deles, pelo menos, voluptuoso. (De preferência, o do meio, por uma predileção táctil e idiossincrasia meramente estética minha)
Aí vocês me perguntam:
“Mas por que não abrir mão do terceiro seio?”
Simples.
Num primeiro momento, cheguei a cogitar que a garota cotista de Santa Catarina, além de negra, fosse também esquerdista.
Mas aí percebi que isso seria exigir demais da realidade.