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DAVE LE DAVE
SIM, ELE MESMO
Textos

 

VOCÊ ACREDITA EM COINCIDÊNCIA - OU DESTINO?

 


 

O MISTÉRIO DOS ENCONTROS

Às vezes me pego tentando entender o que sinto — e qual é exatamente o papel que me cabe nessa ordem invisível que rege tudo.

 

Alguns chamam de coincidência. Outros chamam de destino. Há quem chame de sorte.

 

Eu prefiro pensar assim: uma coincidência cumpriu o seu propósito, e eu apenas obedeci ao que já estava escrito para mim — mesmo que eu ainda não compreenda o final dessa história, ou que o autor do enredo não esteja aqui para explicar.

 

Mas, ainda assim, sinto que fui colocado neste caminho por um motivo.

 


 

REAVIVAR O QUE ESTAVA ADORMECIDO

Talvez meu papel seja simples — e ao mesmo tempo enorme:

 

reativar um sentimento antigo, devolver brilho ao que estava apagado, lembrar alguém da beleza que ainda carrega, mesmo quando ela mesma esquece.

 

É o que acontece com Emma Bovary, de Flaubert, ou com Anna Kariênina, de Tolstói — mulheres que, ao abandonarem seus próprios sonhos para viver o sonho dos maridos, acabam sufocadas dentro de uma vida que não escolheram por inteiro.

 

A literatura avisa. A história avisa. E quem lê, aprende: uma mulher não foi feita para desaparecer dentro de uma vida confortável — mas sem alma.

 

Às vezes, tudo o que ela precisa é de alguém que lembre quem ela foi antes do mundo exigir tantos papéis: a mulher, a filha, a esposa, a responsável, a forte — e nunca mais a sonhadora.

 


 

OU TALVEZ… SOU UM COMEÇO

Também pode ser que eu seja outra coisa: um recomeço, um novo caminho, uma liberdade possível, uma alternativa inesperada.

 

Mas isso… eu não tenho como saber.

 

Eu não controlo destino — apenas sigo a intuição que ele me sopra. E ela vem do coração.

 


 

A FORMA QUE SEI AMAR O MUNDO

O que posso fazer, eu faço. Eu devolvo, em forma de palavras, tudo que esse sentimento desperta em mim. Eu traduzo o que sinto em textos — não para exigir nada, não para tomar nada, mas para entregar.

 

Às vezes, a pessoa nem sabe que está precisando ouvir o que escrevo — mas a palavra chega mesmo assim, como se viesse de outro lugar.

 

Uma inspiração divina. Um toque sutil. Uma luz acesa no exato momento em que ela nem sabia que estava no escuro.

 


 

A VOCÊ, MUSA SILENCIOSA

E, no fundo, reconheço minha vocação: eu nasci para escrever.

 

E a dela — tenho certeza — é a de inspirar.

 

Há pessoas que são feitas de luz, mesmo quando não percebem. E quando essa luz toca alguém, ela não só ilumina: reaviva, restaura, reacende.

 

Talvez esse seja meu papel na vida dela. Talvez seja só isso — e seja muito.

 

E eu estou confortável com isso. É o que eu sei fazer. É o que eu tenho para dar. É também a forma que encontrei de agradecer ao que sinto — de transformar emoção em gesto.

 

Porque algumas mulheres não sabem o quanto fazem bem ao mundo apenas por existirem.

 

E inspirar… é a vocação mais divina que alguém pode ter.

 

COM CARINHO, ASSINADO:

 

 

assino assim porque, quando algo é verdadeiro, merece o meu nome verdadeiro!

 

 

ESCRITOR DAVE LE DAVE II (OFICIAL)
Enviado por ESCRITOR DAVE LE DAVE II (OFICIAL) em 14/11/2025
Alterado em 14/11/2025
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