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“O futuro é um lugar que já aconteceu.”
É assim que Jean-Luc Godard nos apresenta Alphaville (1965), uma cidade regida por lógica matemática e controlada pela máquina Alpha 60 — onde o amor é proibido e a poesia foi banida. Um noir futurista, uma distopia metafísica, um ensaio visual sobre o poder das palavras e a resistência da consciência humana.
Lemmy Caution, um detetive vindo do “mundo exterior”, entra em Alphaville com uma câmera na mão e um olhar de quem busca sentido num universo que desaprendeu a sentir. Lá, conhece Natacha von Braun (Anna Karina), filha do cientista que criou o sistema que os aprisiona — e, pouco a pouco, desperta nela algo que o regime não pode controlar: a emoção.
Hoje, em Cinema em Cena, trago três recortes dessa obra que mistura ficção científica, filosofia e poesia — filmada com a frieza do neon e a ternura de quem ainda acredita no amor.
🎬 Alphaville (1965) — Jean-Luc Godard
💡 “O computador Alpha 60 pergunta: ‘O que ilumina a noite? Qual é o privilégio dos mortos?’”
💬 Um eco existencial sobre a luz, a linguagem e o limite entre a vida e a lógica.
#Alphaville #Godard #CinemaFrancês #filosofia #noite #privilegiodosmortos
https://www.instagram.com/reel/DQrVNEsAP0C/?igsh=c2VvbGk4cHg1NnNo
🎬 Alphaville (1965) — Jean-Luc Godard
🕵️♂️ “Lemmy Caution ensina Natacha a dizer uma palavra proibida: consciência.”
💬 A revolta começa quando alguém devolve sentido às palavras.
#Alphaville #Godard #CinemaFrancês #consciência #linguagem #resistência
https://www.instagram.com/reel/DQrUlv-gGcT/?igsh=MTU0amVtYmZxcm56bw==
🎬 Alphaville (1965) — Jean-Luc Godard
🚪 “Lemmy e Natacha descobrem o amor dentro da cela.”
💬 A prisão torna-se o único lugar onde a lógica não alcança o sentimento.
#Alphaville #Godard #CinemaFrancês #amor #prisão #liberdade
https://www.instagram.com/reel/DQrUNCZgHD1/?igsh=eXJ3NnVzODJ4aWxh
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DAVE LE DAVE II (Sim, Ele Mesmo)