Será que eu realmente preciso afirmar o óbvio?
Minha página é, basicamente, um grande episódio de South Park.
“All characters and events in this show — even those based on real people — are entirely fictional.
All celebrity voices are impersonated… poorly.
The following program contains coarse language and, due to its content, it should not be viewed by anyone.”
Em português:
“Todos os personagens e eventos deste programa — mesmo aqueles baseados em pessoas reais — são completamente fictícios.
Todas as vozes de celebridades são imitações… malfeitas.
Este programa contém linguagem imprópria e, devido ao seu conteúdo, não deve ser assistido por ninguém.”
Mas o fato é que a vida real não é o Instagram.
A felicidade do Instagram é uma caricatura — um filtro da alma.
Como diria Tolstói:
“Todas as famílias felizes se parecem; as infelizes são infelizes cada uma à sua maneira.”
E eu?
Mal acredito num amor que não sabe se expressar — que se comunica por bens materiais, imagens ou emoticons.
O ser humano precisa ser mais do que isso.