
Primeiro, uma denúncia: por que a senhora Apple, enquanto escrevo a palavra mulheres, mostra automaticamente o emoji de uma VACA, como se previsse o que quero dizer?
O que eles estão querendo insinuar com isso? Hein? Hein?

Pois bem: constatei no meu perfil do Instagram — a saber: o @davaledave1991, em alusão ao melhor ano da música (não o ano em que nasci, já que sou de 2001) — que, das 77 pessoas que sigo, a única mulher é a esposa do BRKsEDU.
E, bom… eu a sigo porque ela é a mulher do Edu, e gosto deles como casal, como família.
Mas se eu sigo pessoas que me inspiram — cadê as mulheres?
E pior: agora tem vários caras sem camisa aparecendo, o que me faz receber interações indesejadas (e indignas) de alguns homens (gays).
Então, pega mal eu seguir só homens ligados à moda, atletas sem camisa, estilistas gays… bom, eu acabo dando motivo também.
Mas se sou ligado à arte, à estética e à cultura — o que posso fazer?
Meu Instagram não é proselitismo, nem espaço para conversas vazias; ele tem um intuito motivacional, e nada mais.
Eu não quero ver a menor menção de tiktoczização no meu Instagram.
O algoritmo, que parece mais ter sido desenvolvido por um ex-funcionário do Xvideos, transforma qualquer deslize em convite à superficialidade.
A menor menção de sexualidade, eu marco como “não tenho interesse”.
Mas, claro — homem sem camisa, treinando, musculoso, com 8% de gordura corporal — pode.
Mas eu não sou gay, que fique claro.