
Vendo o canal do Antony Curti, de futebol americano, um comentarista perguntou quem era mais bonito: Jaxson Dart — o quarterback atual do Giants, que sucedeu o aposentado-em-atividade Russell Wilson — ou Jimmy Garoppolo, o QB que, de tão gato, parece tomar leite em pires.
Comparem:


Ele mesmo respondeu dizendo que Dart é mais “colírio Capricho”.
E que a beleza de Garoppolo é o tipo que as coroas gostam.
Curti perguntou à mulher dele, que confirmou: Dart realmente tem aquele ar de “colírio Capricho”.
Mas o mistério permaneceu insolúvel.
Quanto a mim — se é que se pode dizer que tenho alguma beleza —, certamente não sou “colírio Capricho”.
Minha beleza é mais exótica, quase latina; mas como a de Jimmy Garoppolo, agradaria as mais experientes, sem dúvida.
No entanto, talvez pela forma como me visto — que contrasta com a dos garotos da idade delas — e pela falta de capacidade delas em aprender a dissimular o olhar (como Capitu), percebo que, no cotidiano, atraio mais os olhares das garotas que ainda assinam Capricho.
E no espectro atual dos meus envolvimentos, as mulheres são, como eu disse, nascidas no começo dos anos 2000 — algumas um pouco mais velhas.
Curiosamente, desde que saí do colégio e da faculdade, é raro eu me envolver com alguém da mesma faixa etária que a minha.
Isso é: quando eu me lembro de perguntar a idade.
Em alguns casos, é melhor nem saber…