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DAVE LE DAVE
SIM, ELE MESMO
Textos


Sou capaz de morrer de AMOR, não de FOME.

 



Mesmo que tudo dê errado, não temo mal nenhum. Tampouco o futuro. Porque de fome eu não morro.

 


 

A arte de ter sempre um plano B

Como Leminski, que trabalhou como publicitário, professor e jornalista por dominar a língua portuguesa e ter conteúdo, sempre haverá uma oportunidade para mim. Embora eu não goste muito dessas áreas, sei que posso acessá-las.

 

Minha área de técnico em certificação será sempre um porto seguro, pela minha experiência e qualificação. Trata-se de uma função que exige um profissional bilíngue para lidar com fabricantes, importadores e laboratórios estrangeiros — e meu inglês avançado me ajuda muito nesse sentido.

 

Além disso, tenho experiência atual na área da saúde e no atendimento ao público, o que soma pontos à minha trajetória.

 


 

Domínio técnico: um diferencial

Meu conhecimento administrativo e domínio das ferramentas do Office, em nível avançado, sempre será um diferencial também.

 

É claro que o hiato que fiquei sem trabalhar me prejudicou. Mas eu não esqueci. É como andar de bicicleta. Lembro de quando fazia apresentações no PowerPoint com botões interativos que pareciam um site. No Excel, dominava fórmulas avançadas como PROCV, tabelas dinâmicas, entre outras. Hoje não lembro com exatidão por falta de prática, mas, assim como já fiz sistemas no Word e sei montar mala direta, sei que reaprenderei rapidamente, se precisar.

 

O principal é ter a ideia de como melhorar e otimizar processos. A execução, a gente pesquisa e corre atrás.

 


 

Futuro: entre o sonho e a estratégia

É interessante meu projeto de cursar Educação Física. Quero adquirir conhecimento sobre o corpo e conquistar mais uma área de atuação — além de realizar o sonho de me formar como técnico cadastrado pela CBF. Sei que parece impossível, mas também sei que posso fazer acontecer.

 

Existe ainda a possibilidade de atuar como personal trainer, embora meu desejo maior seja obter o conhecimento para mim mesmo. A única atuação profissional que me atrai nesse campo é como técnico de futebol.

 


 

Autonomia como vocação

Sempre há a possibilidade da autonomia pelo empreendedorismo. Essa, aliás, sempre foi a minha vocação.

 

Já operei na Bolsa de Valores, com derivativos. Sabia ler gráficos e operar com agilidade. Hoje estou enferrujado, por falta de prática, mas ainda tenho os livros — e essa é mais uma opção que permanece disponível.

 


 

Trabalho e prazer: a fusão

Agora, sobre o amor, não há o que fazer. Eu amo muito. Eu sinto muito. E, por sentir muito, eu sinto muito por mim.

 

Mas de fome, eu não morro.

 

É como a imagem que ilustra esse texto: o Pica-Pau desafiado pela fome, por não ter tido força de vontade para trabalhar. Enquanto as formigas trabalhavam, ele se divertia. Mas, no meu caso, a diversão é o trabalho. E o trabalho pode ser uma forma de diversão.

 

Pelo tempo que investi na minha diversão, isso já é um trabalho.

 

E quem transforma a própria paixão em ofício — jamais passa fome.

 


 

ESCRITOR DAVE LE DAVE II (OFICIAL)
Enviado por ESCRITOR DAVE LE DAVE II (OFICIAL) em 19/04/2025
Alterado em 19/04/2025
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